New Zealand confident of chasing big targets

New Zealand captain Kyle Mills and batsman Tom Latham have backed the team to chase down tall scores ahead of the second match in Hambantota

Andrew Fidel Fernando11-Nov-2013

Kyle Mills on Lasith Malinga: “He’s always a challenge no matter where you play him in the world.”•Associated Press

A washout after 54.2 overs of the series opener did not reveal the condition of New Zealand’s young batting order, but both captain Kyle Mills and batsman Tom Latham have backed the team to chase down tall scores ahead of the second match in Hambantota.New Zealand were 13 for 1 in pursuit of 289 when the rain came, and though three of their top batsmen are missing from this side, the visitors felt they were favourites to win the first game. They would have had to achieve the second-highest total for any team batting second at the venue, but new ODI rules and expanding match aggregates have made large totals gettable, Latham said.”With the new rules 300 is probably par and to keep them to 280-odd was good,” Latham said. “When we were batting it was skidding on quite nicely. We did back ourselves to chase it.”I can’t see the wicket changing too much, but with the new rules – with only four men out – those bigger scores are possible, and we’ve even seen you can chase them down as well. We’ll assess conditions tomorrow and see what the par score is.”Mills also said he was “content” with the position New Zealand had reached on Sunday and expected the pitch to become better for batting in the evening. A firing middle order also bodes well for Tuesday’s match, he said.”Under lights the wicket can sometimes get a little bit quicker with the dew and the sheen on the wicket,” Mills said. “I thought that if we get a start, we’d be in with an absolute chance. Our guys (have) played a lot of cricket lately, and we’ve got some batters who are in some really good form – you’ve seen that in the last few games.”Both men also singled out Lasith Malinga as a particular threat to their top order, given few of their batsmen have faced him before. Malinga dismissed Anton Devcich in his first over, and had his yorkers humming in the 2.2 overs he bowled in the first match.”The top three got a little sighting of Malinga in the first match and hopefully that experience can stand them in good stead,” Mills said. “He bowled pretty well in his two-and-a-half overs in the first match, and without a doubt he’s a challenge. But he’s always a challenge no matter where you play him in the world.”Latham, who faced 10 Malinga deliveries and scored four runs suggested defence would be his priority when playing the fast bowler. “He was bowling death on demand, which is quite hard to face with it swinging at pace,” Latham said. “He’s obviously one of their key bowlers and if we can deny him as much as possible, and look to take down their other bowlers, that’s going to give us a good chance in the next two matches.”Latham also said New Zealand were upbeat about their chances in Sri Lanka, despite the recent 0-3 ODI series loss to Bangladesh and the absence of key players. The tour is an opportunity for several young players, including Latham, to embed themselves in the team ahead of their home summer.”The boys are gelling well together. That T20 win in Bangladesh gave us a lot of confidence. There’s a good vibe in the group at the moment. It’s a young and inexperienced side, but it’s an exciting tour for all involved.”

تشكيل ليفربول ضد بايرن ميونخ وديًا.. موقف محمد صلاح

أعلن المدير الفني للفريق الأول لكرة القدم بنادي ليفربول، يورجن كلوب، عن تشكيل اللاعبين الذين سيخوضون مباراة بايرن ميونخ وديًا في كأس “ستاندرد”.

وتقام المباراة على الملعب الوطني في سنغافورة في تمام الساعة الثانية والنصف ظهرًا بتوقيت “القاهرة” مع توقعات لحضور جماهيري كبير.

وكان ليفربول قد فاز على ليستر سيتي في المباراة الماضية للبطولة بنتيجة 4-0 في المباراة التي لُعبت يوم، الأحد.

وشهد تشكيل الريدز تواجد قائد منتخب مصر، محمد صلاح، أساسيًا.

تعرف أيضًا.. القناة الناقلة لمباراة ليفربول وبايرن ميونخ الودية اليوم

محمد صلاح أساسيًا مع ليفربول أمام بايرن ميونخ

حراسة المرمى: أليسون.

الدفاع: أندرو روبرتسون، فيرجيل فان دايك، جويل ماتيب، ترينت ألكسندر أرنولد.

الوسط: أليكسيس ماك أليستر، كورتيس جونز، دومينيك سوبوسلاي.

الهجوم: كودي جاكبو، ديوجو جوتا، محمد صلاح.

هذه لن تكون المباراة الودية الأخيرة للنادي الإنجليزي، حيث لديه مواجهة أمام درامشتات يوم الإثنين المقبل، في التاسعة مساءً بتوقيت “القاهرة”.

25 anos sem Dener: das expectativas no Vasco aos sonhos interrompidos

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O futebol brasileiro perdeu um pouco de sua graça no dia 19 de abril de 1994. Há 25 anos, um acidente automobilístico na Lagoa Rodrigo de Freitas encerrou abruptamente a trajetória de Dener, no momento em que ele acreditava que um de seus sonhos estava mais próximo de ser alcançado. Contratado para ser o camisa 10 do Vasco naquele ano, o craque não escondia seu desejo de estar na Copa do Mundo.

– Dener sempre foi um cara com potencial de Seleção Brasileira, sabia que, se ajudasse no tricampeonato carioca do Vasco, aquilo podia ajudar na sua carreira. Além disto, sempre foi um camisa 10 que consegue quebrar as linhas defensivas, que busca o drible em direção ao gol. E em vez de ter uma vaidade, típica da idade, ele sempre foi muito atento. Era um dos primeiros a chegar aos treinos, escutava o que eu pedia… – relata Jair Pereira, ao LANCE!.

DO ‘CARL LEWIS DA COLINA’ AO APLAUSO DE MARADONA

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A ansiedade por Dener estar entre os escolhidos de Carlos Alberto Parreira também era notada por seus colegas.

– A gente chegou para a pré-temporada no Vasco praticamente junto. Eu estava voltando ao clube depois de ter jogado no Celta (de Vigo, na Espanha). E me lembro muito dele como um cara alegre, divertido, mas mostrando profissionalismo, aspirando uma convocação na Seleção Brasileira – recordou Luisinho.

O desejo de Dener mostrar serviço no Cruz-Maltino rendeu uma situação para lá de inusitada. Alexandre Torres contou que, em um de seus primeiros treinos na Granja Comary, o futuro camisa 10 da Colina teve seus minutos de maratonista:

– Foi em um dos primeiros treinos. A gente teria que sair da bandeirinha de córner, passar por trás dos gols e correr o campo todo. Quando o preparador apitou, ele deu um pique tão forte, que a gente começou a se olhar e falou: “pô, esse cara é o Carl Lewis!”. Aí foi correndo nos primeiros 50 metros e a gente incentivando. Falando que ia ter recorde mundial. Um pouquinho antes de dar o novo pique, as pernas dele começaram a tremer, ele perdeu o fôlego antes de chegar nos 100. Aí ele caiu, a gente começou a rir!

‘Quando deu o primeiro pique, a gente se falou: ‘pô, esse é o Carl Lewis’. Aí logo depois, as pernas tremeram e ele caiu cansado’, recorda Torres

Pimentel também lembra do bom humor do craque:

– Ele ria, zoava todo mundo. Estava sempre brincando, com aquele jeitão dele de paulista.

O Vasco encerrou sua preparação com dois amistosos contra o Newell’s Old Boys. Embora a equipe tenha empatado as duas partidas na Argentina (em 0 a 0 e 2 a 2), Dener encheu os olhos de um craque já consagrado que atuava no adversária.

– Dener em uma jogada só fez uma fila no time deles e, em seguida, chutou uma bola na trave. O Maradona ficou surpreso para caramba! Quis saber quem era ele, foi cumprimentar, encheu de elogios. Isso não é para qualquer um não – disse Jair Pereira.

O PESSOAL DA BARRA DA TIJUCA

Com o decorrer do Campeonato Carioca, Dener viu sua amizade ficar mais forte com seus colegas de bairro. O camisa 10 era vizinho de nomes como a dupla de zaga Alexandre Torres, Ricardo Rocha e do volante Luisinho.

– A gente às vezes ia junto para treino, revezava quem dava carona um para o outro. E ele sempre contando os sonhos dele – relembra Torres.

Capitão do Vasco na época, Ricardo Rocha, que também foi contratado pelo clube naquele ano, procurava dar conselhos ao meia-atacante:

– Dener estava muito feliz por jogar no Vasco. Lembro que eu ia, o ajudava a ficar atento com as preocupações comuns do futebol. Ele sempre sonhando muito com uma vaga na Seleção e também com propostas que chegavam para jogar no exterior.

‘A MISTURA DE GARRINCHA COM PELÉ’: A CONQUISTA DA TAÇA GUANABARA

O camisa 10 logo caiu como uma luva em um Cruz-Maltino que vinha forte em busca do tricampeonato carioca. Além das contratações, a equipe mantinha uma a base forte, com nomes como Carlos Germano, Pimentel, Leandro Ávila, Yan, Gian e Valdir.

– Em campo, ele parecia que jogava bola como se estivesse em uma pelada de rua. Descontraído, enfileirando jogadores e sempre sorrindo – declarou Pimentel.

Seu primeiro gol no Campeonato Estadual ocorreu na estreia da equipe na competição, quando o Vasco bateu o Volta Redonda por 2 a 0. Em seguida, marcou na vitória por 1 a 0 sobre o Bangu.

E não demorou a cair nas graças da torcida. Logo, as arquibancadas começaram a reverenciá-lo com o grito de “Ê, cafuné, ê, cafuné, o Dener é a mistura de Garrincha com Pelé!”.

Alexandre Torres recorda como o meia-atacante, com gols e jogadas, foi abrindo caminho para o Vasco engrenar na Taça Guanabara:

– Dele, você só podia esperar o inesperado. Com um movimento, deixava para trás cinco, seis… Além disto, abria caminho para outros jogadores de qualidade, como Yan, Valdir, ficarem desmarcados e entrarem livres na área.

‘Era um cara ensaboado, né? Partia para cima e não tinha como segurar’, diz Ricardo Rocha

Ricardo Rocha é taxativo ao recordar o período de Dener em São Januário:

– Era um cara ensaboado, né? O que ele fazia era sacanagem, partia para cima, e aí não tinha como segurar…

Camisa 7 da Colina, Valdir não esconde que a parceria entre eles foi bem fácil de funcionar:

– Foram três, quatro meses juntos nas quais a gente se entendeu muito bem. Ele tinha muita velocidade, partia muito para dentro e, com as arrancadas dele, deixava muita bola para eu completar.

O bom desempenho na primeira fase credenciou o Cruz-Maltino à vaga para a final na Taça Guanabara. E, em jogo com grande atuação de Dener, a equipe sagrou-se campeã com goleada: 4 a 1 sobre o Fluminense. Autor de dois gols, Valdir Bigode não esconde que o desempenho do camisa 10 foi crucial para o título:

– Ele jogou muito. Deixou muito essa lembrança de se divertir ao jogar futebol, dos seus dribles.

Devido ao triunfo (no qual Yan e Pimentel marcaram os outros gols do Vasco e Ézio fez o gol tricolor), o Vasco chegou ao Quadrangular Final com dois pontos extras. O embate no Maracanã teve uma peculiaridade: em uma de suas habituais arrancadas, Dener passou como quis por dois marcadores, mas errou a finalização ao tocar na saída do goleiro.

‘ELE ADORAVA IR PARA SÃO PAULO DE CARRO’

Embora já se mostrasse habituado ao Rio de Janeiro, Dener não deixava de lado suas raízes. Aos 23 anos e já com três filhos, o meia-atacante costumava, depois de cada partida no Vasco, viajar de carro rumo a São Paulo.

– Ele mal trocava de roupa e pegava o carro rumo à estrada. Era muito ansioso em fazer essas viagens, em ficar perto da família – revela Torres.

De acordo com Luisinho, batia em Dener a vontade de rever a família após cada partida:

– Ele sempre falava nos três filhos. Tinha saudade de ficar perto deles.

A rotina do camisa 10 causava preocupação na Colina. Jair Pereira revelou que costumava alertar o seu comandado:

– Nós todos ficávamos dizendo: “Dener, vai de avião, senão você acaba voltando de madrugada ao Rio…”. E ele dizia que tudo bem, que estava acostumado com a viagem…

‘QUANDO EU SOUBE, SAÍ DE MIM’: O BAQUE COM O ADEUS DE DENER

O Vasco iniciou o Quadrangular Final com uma vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo. Já na partida seguinte, a equipe comandada por Jair Pereira enfrentou o Fluminense em um jogo bastante turbulento para Dener.

O camisa 10 se envolveu uma confusão com Branco e ambos foram expulsos. O Cruz-Maltino, que pela primeira vez na competição começara perdendo, chegou a arrancar o empate em 1 a 1 (mas não conseguiu a virada mesmo com o Tricolor das Laranjeiras também tendo Jandir expulso). Suspenso para o jogo com o Flamengo, Dener seguiu viagem para São Paulo mais uma vez.

Contudo, em seu retorno no dia 19 de abril de 1994, o camisa 10 não conseguiu driblar uma fatalidade. Seu amigo Oto Gomes Miranda dormiu ao volante, às 5h30, e o veículo colidiu com uma árvore na Lagoa Rodrigo de Freitas. Dener, que usava o cinto de segurança, mas dormia com o banco reclinado, morreu asfixiado com a batida.

– Eu morava em Cavalcante (bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro) nessa época. Lembro que me ligaram e disseram: “o Dener sofreu um acidente”. Fui para lá e, quando vi aquela cena triste, foi uma dor imensa… – recordou Jair Pereira.

‘Não tem como mensurar a saudade’, diz Luisinho

Um dos primeiros colegas a chegar no local, Luisinho não esconde o lamento ao lembrar daquele 19 de abril:

– Não tem como mensurar. Um cara muito bacana, do bem e de repente, acontece isso…

Pimentel também relembra o susto com o qual lidou ao saber da tragédia:

– Eu estava ouvindo o rádio. Quando soube, eu saí de mim… É uma coisa que você jamais pode imaginar.

Já Ricardo Rocha não pôde estar perto para consolar os companheiros:

– Eu estava na Seleção Brasileira. A gente fez aquele amistoso com o PSG, no qual inclusive o (Ayrton) Senna deu pontapé inicial. Mas voltei sabendo que a gente ia precisar de muita força.

Com Dener, o Vasco jogara 17 partidas. Foram dez vitórias e sete empates, além de cinco gols marcados.

O VASCO É TRI, SEM DENER, E POR DENER

Em meio à tristeza pela despedida de Dener, o Vasco ainda teve um grande desafio: recolher os cacos e encarar o Flamengo no jogo seguinte. Ricardo Rocha desabafa ao lembrar-se do momento de muita mobilização na Colina:

– Cheguei para todos e disse: “a vida continua, nós temos um título carioca para buscar, e seguimos em condições”. E eu tinha de passar para eles essa força, porque era um dos mais experientes e tinha muito garoto no Vasco: Gian, Yan, Valdir…

Luisinho confessa que os primeiros dias foram os mais turbulentos.

– É complicado, né? Você está acostumado a conviver com uma pessoa e de repente tem esse baque. Aí tivemos este jogo com o Flamengo, no qual fomos mal, sofremos nossa única derrota no Campeonato Carioca – relembrou, sobre o jogo no qual o Vasco chegou a abrir o placar, mas o Rubro-Negro virou para 2 a 1.

‘Tivemos um trabalho forte e o apoio da comissão técnica pelo tri. Além disto, a torcida nos abraçou’, recorda Pimentel

Em seguida, houve novo Clássico dos Milhões, com empate em 1 a 1 (Jardel, substituto de Dener, fez o gol vascaíno). Aos poucos, o Cruz-Maltino voltou a se aprumar. Venceu por 3 a 1 o Botafogo e, beneficiado pela derrota por 2 a 0 do Flamengo para o Fluminense, voltou à briga pelo título.

– Tivemos um trabalho muito forte do Jair (Pereira), da comissão técnica. De experientes como o (Alexandre) Torres, Cássio, do Carlos Germano, que brinco que tem “alma de veterano”. Mas a torcida abraçou a gente – lembra Pimentel.

Na última partida, o Vasco alcançou o tricampeonato carioca, ao vencer o Fluminense por 2 a 0, com gols de Jardel. Um título póstumo para a coleção de Dener, mas com a certeza de que ele ainda merecia mais.

‘EMPOLGADO COM A IDA PARA A EUROPA’: O SONHO QUASE REALIZADO

Além da sensação de que poderia deslanchar com a camisa da Seleção Brasileira, o acidente de carro deixou para trás um sonho que Dener estava prestes a realizar. Naquela semana, ele aceitara o acordo para jogar no Sttutgart (ALE).

– Tinha uma proposta muito boa para ele jogar no exterior depois do Campeonato Carioca. Ele estava muito feliz com isto. Em poder melhorar de vida, ajudar a família – contou Alexandre Torres.

‘Ele estava muito feliz com a proposta, em ajudar a família’, revela Torres

Pimentel é categórico ao falar sobre seu antigo companheiro de Vasco:

– Dali, era um pulo para estar na Seleção Brasileira e para jogar no futebol europeu. Dener foi um dos melhores caras com quem joguei.

Seu antigo companheiro de Barra da Tijuca, Luisinho garante:

– Dener tinha potencial para ser o melhor do mundo. Além da habilidade, sempre foi um cara muito atento, determinado…

Ricardo Rocha crê que, em meio a 25 anos de saudades, Dener deixa uma lição para o futebol brasileiro:

– Essa alegria de jogar futebol, né? Do jogador técnico, veloz, habilidoso…

A arte de Dener segue cada vez mais viva.

Bowlers keep Bengal on top

Bengal are looking for yet another three points after the bowlers toiled manfully on a lifeless track to reduce Services to 261 for 6 at stumps on the third day in Palam

Amit Shetty30-Nov-2013
ScorecardFile photo: Ashoke Dinda was the pick of Bengal’s bowlers•ESPNcricinfo Ltd

Bengal are looking for yet another three points after the bowlers toiled manfully on a lifeless track to reduce Services to 261 for 6 at stumps on the third day in Palam.The possibility of Bengal getting the final four wickets looks more realistic than Services getting 171 runs to claim the lead with Soumya Swain (56*) being the only established batsman standing, going into the final day.For Bengal, Ashoke Dinda picked up 3 for 75 in 24 overs, but motivation was hard to come by on a track where some of the bouncers were gathered by wicketkeeper at an ankle height. Off-spinner Saurashish Lahiri capped his first-innings century with two crucial wickets of Yashpal Singh (11) and Vishnu Tiwari (71).The highlight of the Services innings was a 131-run partnership for the sixth wicket between Tiwary and Swain. The duo batted for nearly 40 overs to frustrate the Bengal bowlers, who had reduced the home team to 123 for 5 immediately after lunch. Tiwary lasted 150 balls and hit seven fours while Swain, who batted with a hand injury, faced 175 balls hitting six fours. Tiwari was the more aggressive of the two, using the sweep shot often and to good effect against the spin duo of Lahiri and Iresh Saxena.Having staged an impressive recovery, Tiwari tried to play a slog sweep off a Lahiri delivery that was flat and straight and was as plumb as it could get, which handed the initiative back to Bengal late in the day.The day’s play could be divided into two parts: Till an hour after the lunch session, Bengal were in complete command on a pitch that had nothing for the bowlers. The turn on offer was very slow, the edges were not carrying to the slip cordon but Dinda and Shib Paul plugged away like workhorses.Pratik Desai and Anshul Gupta added 65 for the first wicket before Dinda struck with a short ball outside off. Anshul jabbed at it and the resulting lob was pouched by Anustup Majumdar at gully. Desai was in an aggressive mood, striking eight fours in his half-century, but was lucky to survive when Rohan Banerjee at second slip dropped a dolly off Paul’s bowling. As if to celebrate the reprieve, Desai drove the bowler through covers soon after.But an eventful over from Dinda – the 21st of the innings – brought about Desai’s end. The first ball was pulled by Desai to mid-wicket boundary. Dinda followed it up with a fuller length and Desai’s drive bisected the slip cordon and sped to the boundary to signal his fifty. An angry Dinda then followed it up with another bouncer which Desai tried to hook and the skier was collected by Paul at short fine leg.Nakul Verma didn’t stay long at the wicket as his nervous prod was snapped up by Majumdar at silly point. At 89 for 3, Services’s two best batsmen Rajat Paliwal (25) and Yashpal Singh (11) batted for the next 10 overs before an inspirational piece of stumping from Wriddhiman Saha saw the back of Yashpal.Lahiri invited Yashpal to go for a drive but the batsman had misread the length and in the process lost balance of his back leg. Saha whipped the bails off in a flash as Services went into lunch at 122 for 4. Just after lunch, Dinda swayed away from his usual short-full ploy as he got one to pitched on middle and move a shade to peg back Paliwal’s off-stump.At 123 for 5, Tiwari and Swain joined hands to build a partnership that yielded positive results for the next three and half hours before one poor shot undid all the hard work.

Opinião: 'Partiu Brasileirão! Vai começar a verdadeira brincadeira'

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Brincadeira de criança, como é bom, como é bom… Assim, defino a disputa dos Campeonatos Estaduais. Já conhecemos os campeões. Flamengo, Corinthians, Grêmio e Cruzeiro, por exemplo, levantaram os canecos. Mas a brincadeira, de verdade, vai começar agora. Neste sábado e domingo teremos algumas provas do está por vir ao longo de sete meses. Serão 38 rodadas emocionantes e de tirar o fôlego, principalmente as últimas. Quem vai sofrer, quem vai chorar, quem vai comemorar no Brasileirão-2019? Não sabemos. Tudo uma incógnita, uma verdadeira loteria, na qual as apostas não passam de “chutões”. Podemos palpitar quanto aos candidatos ao título? Sim, lógico, obviamente (propositalmente redundante), pessoal.

Eu dou as minhas sugestões. Veja no próximo parágrafo, mas não deixem de ler as justificativas, pois ter elenco milionário não significa muito se o técnico não for técnico e se o treinador não souber treinar o seu time, como vemos por aí. E até mesmo se as estrelas não brilharem como devem.

Então, vamos lá: Palmeiras, Flamengo, Cruzeiro, Grêmio e Internacional estão na linha de frente. Depois, podem entrar no páreo São Paulo, Athletico Paranaense, Santos, Atlético-MG e Fluminense. Este top 10, por enquanto, vale pelo alto investimento de alguns clubes e pela tradição das camisas.

Só que aí, em se tratando do Campeonato Brasileiro, as tais “camisas” podem não ganhar jogo. Vamos lembrar que Botafogo, Corinthians, Fluminense e Vasco sofreram até o fim da competição do ano passado.

Não coloquei o Corinthians no top 10, mas o deixo de stand-by, além de incluí-lo entre os dez piores. Tudo pode se esperar da equipe do Parque São Jorge, ainda mais jogando esse futebol feio que está, sem criatividade alguma e optando pela retranca.

Eu disse na última coluna que o Timão tinha apequenado e não retiro, justamente porque não vou me acostumar com o futebol medíocre, que valoriza os esses chutões. Quem acompanhou as décadas de 80 e 90 – posso incluir em muitos momentos a de 2000 – não tem como se acostumar com essa filosofia. Na última quarta-feira, uma exceção. Precisando do resultado, a equipe foi para cima da fraca Chapecoense e não teve dificuldades para passar às oitavas de final da Copa do Brasil.

E falando na parte de baixo da tabela, a briga também será árdua contra o rebaixamento para a Série B: Goiás, Avaí, Botafogo, Vasco, CSA, Ceará, Fortaleza, Chapecoense e Bahia (não necessariamente nesta ordem) não convenceram ainda. Com certeza, algumas zebras vão passear nestes sete meses. É preciso muito fôlego para aguentar a maratona.

Aliás, não só fôlego. Voltemos alguns parágrafos… Como disse, os verdadeiros técnicos/treinadores é que vão sobressair, independentemente de elenco estrelado ou não, pois existirá a necessidade de se armar estratégias e saber de fato escalar o time, explorando o melhor de cada jogador.

Dos favoritos, neste caso, o Flamengo sai atrás. O seu técnico/treinador (?) só sabe falar de emoção e se irrita facilmente quando é contestado. Tática que é bom nada, sem contar que ainda garante com todas as letras (e todos os pingos nos is) estar bem servido na lateral direita. Bom, se ele diz… Mas eu já acho o contrário. É isso, pessoal. O Campeonato Brasileiro está aí batendo na porta para provar quem está certo. Até semana que vem!

جوارديولا يوضح سبب غياب كانسيلو عن مواجهة آرسنال في الدرع الخيرية

أوضح بيب جوارديولا، المدير الفني لفريق مانشستر سيتي، السبب وراء غياب اللاعب جواو كانسيلو عن مباراة اليوم ضد آرسنال.

واستضاف ملعب “ويمبلي” مباراة الفريقين في كأس الدرع الخيرية، حيث خسر مانشستر سيتي بركلات الترجيح، بعد انتهاء الوقت الأصلي 1-1.

ولم يتواجد كانسيلو في مباراة اليوم رفقة مانشستر سيتي، حيث غاب عن التشكيل الأساسي وقائمة البدلاء.

وتسبب ذلك الأمر في انتشار المزيد من التكهنات حول مستقبل كانسيلو، حيث يرتبط حاليًا بخطوة الرحيل إلى برشلونة.

وسُئل جوارديولا عن الأمر، حيث رد في تصريحات عقب المباراة: “كان يتعين عليه العودة إلى منزله رفقة عائلته (في البرتغال)، لم يكن متواجدًا هنا”.

Tikolo named Kenya interim coach

Steve Tikolo, the former Kenya allrounder, has been named Kenya’s interim head coach, replacing Robin Brown, who stood down after the side’s failure to qualify for the 2014 World Twenty20

ESPNcricinfo staff12-Dec-2013

Steve Tikolo had been recalled by the national side in October in hopes of boosting their 2014 World T20 qualification chances•ICC

Steve Tikolo, the former Kenya allrounder, has been named as Kenya’s interim head coach, replacing Robin Brown, who stood down after the side’s failure to qualify for the 2014 World Twenty20. Brown had tendered his resignation on Monday, along with team captain Collins Obuya. Rakep Patel will take over the reins of the squad.David Pamba, a Cricket Kenya administrative officer, explained the new direction the team was headed in. “Obuya has opted to step down as the team captain but will continue to offer his services as a player,” Pamba told . “Young batsman Rakep Patel has been named the new captain, as Kenya seeks to rebuild the team for the future.”Tikolo ,who had retired from international cricket following the 2011 World Cup, had been recalled by the national team in October to help them in their pursuit of a berth for the qualifying stage of the World T20. Kenya, however, did not do as well as they would have liked, finishing in 11th place.Kenya had also failed to secure a spot for the 2015 World Cup when they were beaten by Afghanistan in the World Cricket League, but they do have another chance at qualification during next month’s qualifiers in New Zealand, where the final two spots will be determined among the list of contenders.Tikolo has played 134 ODIs in which he scored 3421 runs and took 94 wickets. In 15 T20Is, he has 345 runs and 12 wickets.

Big win for New Zealand in Nelson debut

There were contributions from each of New Zealand’s top-order batsmen as the home side finished on a solid 285 against West Indies in the fourth ODI in Nelson

The Report by Siddarth Ravindran03-Jan-2014
Scorecard and ball-by-ball details
Martin Guptill started slowly but top-scored with 81•Getty Images

Worries over the weather spoiling the first ever ODI in Nelson were eased when the sell-out crowd was greeted by blue skies and bright sunshine on Saturday morning. The rain did arrive, but only after the match was well out of West Indies’ reach and ended up curtailing a massive mismatch, the sort of ODI which cries out for shortening.New Zealand finished on 285, two more than what they plundered in Queenstown, though this time they had the full 50 overs and produced a more conventionally paced innings. It was a combined effort from New Zealand’s batsmen, with each of the top four making 47 or more, though only Martin Guptill went on to a half-century, top scoring with 81.It’s hard to see how an injury-hit West Indies squad could compete in this series. They already have a lengthy list of sidelined players, and there was an addition today when Ravi Rampaul was ruled out with a finger injury. That meant the visitors are without at least six first-choice players and were down to 12 available players.While the bowling, at least, is of international standard, the current batting does not measure up. Chadwick Walton, a man with a List A batting average of 16, opened the innings today and was promptly run-out for a duck in the first over. Even with Walton absurdly high in the order, Dwayne Bravo came out at No. 5 – at least one, and possibly two, spots higher than he would in a strong line-up. Lendl Simmons is the only player with an average above 30, and the rest of the specialist batsmen have little international experience.It was two of their most experienced players, however, who put down two sitters off Jesse Ryder early in the innings, Jason Holder the unlucky bowler on both occasions. First, Denesh Ramdin somehow missed the most straightforward of chances for a wicketkeeper and a couple of overs later, the captain Bravo – on his day, one of the most electric fielders in the world – let through a simple chance above shoulder height at slip.Even with those basic fielding mistakes, West Indies did a reasonable job early on. Holder gave nothing away, conceding only nine off his five-over spell, including two maidens to a struggling Guptill, who plodded to 2 off 29 deliveries as he searched for form.At the other end, Tino Best was mostly wayward, and received some punishment from Ryder, who played a range of flamboyant strokes in a chance-filled 47 at nearly a run-a-ball.Guptill started to grow in confidence after spending time in the middle, and the release finally came when he pummelled Bravo over long-off for a six in the 17th over. He had been 8 off 40 before that shot. With the spinners coming on, Guptill and new batsman Kane Williamson worked the bowling to score above five an over without taking much risk. Williamson used his feet adeptly, regularly moving across the stumps to manoeuvre the ball around.By the time Williamson was dismissed in the 32nd over, top-edging a pull to the keeper, New Zealand had moved to 144 for 2, setting the stage for the lengthy list of power-hitters to follow. Ross Taylor & Co. weren’t at their absolute best but had the freedom to swing the bat around without worrying about the wickets column, which led to 92 being scored in the final 10 overs.West Indies’ chase began with Walton’s run-out in the first over, and took another hit when the other opener, Johnson Charles, also fell for a duck, flicking to fine leg. Simmons and Kirk Edwards briefly kept West Indies in it, but Edwards’ run-out sucked the momentum out of the chase.With a drizzle arriving around the 15th over, New Zealand turned to their spinners to quickly get through to the 20-over point. They hastened the speed of the game, but lowered the pace of scoring and when Simmons holed out to midwicket for 43 in the 22nd over, the chase was essentially lost. West Indies pottered around for 12 more overs, before the rain became heavy enough to quicken what would have been a drawn-out defeat.

Ponte Preta abre a conta, mas Criciúma busca empate no fim em Campinas

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Se existem momentos onde o mais importante é ganhar, a Ponte Preta levou “ao pé da letra” essa máxima enquanto estava conseguindo uma vitória magra em todos os sentidos frente ao Criciúma por 1 a 0 na segunda rodada da Série B.

Isso porque, no confronto realizado no Moisés Lucarelli, o gol contra de Léo Santos foi um dos únicos lances onde houve eficiência do ataque campineiro para concluir as jogadas e, depois de recuar na etapa complementar, foi punida com o tento já nos acréscimos novamente com Léo Santos, agora a favor do Tigre. Com o resultado, tanto a Ponte como o Criciúma marcam seu primeiro ponto na competição.

DIFERENTES APROVEITAMENTOS

As duas equipes tinham a intenção de chegar no gol adversário tocando a bola e explorando os espaços com ela pelo chão. Porém, quem demonstrava melhor capacidade na chamada “tomada de decisão” era o Criciúma, principalmente optando pelos chutes de média distância.

Mesmo com a Ponte Preta rondando de maneira mais constante a meta catarinense, nos primeiros 30 minutos quem teve a oportunidade mais clara de marcar foi o Tigre. Após toque pra trás errado de Arnaldo, Vinicius saiu em disparada para o ataque, cortou para o meio e rolou para Daniel Costa bater e o goleiro Ivan fazer uma ótima intervenção.

INSISTÊNCIA PREMIADA

Quando a partida parecia mais próxima de ter um gol catarinense do que da Macaca, aos 31 minutos o lateral-direito Arnaldo foi bem em lance individual ao levantar a cabeça e tocar para a passagem de Júlio César fazer o cruzamento em direção a pequena área. O zagueiro Léo Santos tentou cortar, mas acabou batendo com a mão na bola e ela foi morrer no fundo das redes.

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DIMINUIU A VOLTAGEM

A etapa complementar começou de maneira bem menos elétrica que o primeiro tempo, com os dois times preferindo cadenciar os lances e tendo mais dificuldade de acionar, principalmente, as jogadas pelas pontas.

Tanto é verdade que, na primeira oportunidade em que Arnaldo conseguiu escapar desse “marasmo” ao partir rapidamente pela direita na roubada de bola, ele se viu sem opções de passe e seu cruzamento rasteiro foi cortado pela zaga do Criciúma.

DE VILÃO A HEROI

A falta de inspiração do Criciúma mesmo com as mudanças (Marlon na vaga de Caíque, Reinaldo no lugar de Daniel Costa e Liel entrando para sair Adilson Goiano) facilitava bastante o trabalho defensivo dos anfitriões.

O gás novo não foi muito utilizado na questão da velocidade, mas sim na aposta de bolas paradas ou mesmo de cruzamentos na grande área. E, aos trancos e barrancos, Léo Santos apareceu em bola parada já aos 47 minutos para tocar na bola se esticando todo e vencendo Ivan.

وزير الرياضة يُحفز منتخب مصر لناشئي اليد قبل مباراة إسبانيا في كأس العالم

أجري وزير الشباب والرياضة أشرف صبحي، اتصالًا هاتفيًا، لتحفيز أحفاد فراعنة اليد تحت 19 سنة، قبل مباراتهم مع إسبانيا في ثاني مبارياته في الدور الرئيسي لبطولة كأس العالم للناشئين مواليد 2004، والمقامة في كرواتيا في الفترة من 2 أغسطس حتى 13 من الشهر ذاته.

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وفي أول مباريات الدور الرئيسي نجح منتخب مصر في الفوز على البرازيل بنتيجة 38-23 بالأمس، بعد أداء مميز خلال المباراة تحت قيادة وائل عبد العاطي المدير الفني للمنتخب.

وأشار أشرف صبحي، إلى أن الرياضة المصرية تحقق العديد من الإنجازات في مختلف الألعاب الرياضية في جميع المنافسات الدولية بفضل دعم القيادة السياسية للمنظومة الرياضية، والعمل على تهيئة الأجواء حول اللاعبين وتلبية احتياجاتهم وإعدادهم على النحو الأمثل وفق الخطط والمعسكرات التدريبية المحدد من الاتحادات الرياضية والتعاون المثمر بين الوزارة واللجنة الأوليمبية والاتحادات.

وكان منتخب مصر لكرة اليد تحت 19 سنة قد استهل مشواره بالبطولة بالفوز على منتخب اليابان بنتيجة 32-40، وفي ثاني المواجهات نجح الفراعنة في الفوز على منتخب التشيك بنتيجة 28-22، وحسم منتخب مصر صدارة المجموعة الثالثة بالفوز على منتخب ايسلندا بنتيجة 33-30.

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